
Que seja apenas mais um sopro, mas que vos beije o corpo e a alma..
Você que tanto tempo faz
Você que eu não conheço mais
Você que um dia eu amei demais
Você que ontem me sufocou,
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você que até hoje eu não esqueci
Você que eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade é que em mim você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você e hoje nada sou.
In a Manner of speaking
I just want to say
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing
In a manner of speaking
I don't understand
How love in silence becomes reprimand
But the way that i feel about you
Is beyond words
O give me the words
Give me the words
That tell me nothing
O give me the words
Give me the words
That tell me everything
In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrified
So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
O give me the words
Give me the words
That tell me nothing
O give me the words
Give me the words
Give me the words..
Sinopse:
O que leva duas pessoas a formarem um casal convencional, embora partilhando um espaço comum, fecharem-se em bolhas distintas?
Um aglomerado de situações nem sempre ligeiras, fortemente perversas mas sem a necessidade de pôr um aviso importante sobre a violência da própria peça, contudo não existirá sangue nem mesmo nudez explícita, e verdade é que, o riso também poderá ser muito perverso, dependendo dos olhos que o contemplam.
Uma história na qual são apresentadas duas personagens, uma mulher de nome Beatriz e um homem chamado Jerónimo, poderão elas existir mesmo ao nosso lado, nas nossas vidas, indubitavelmente reais. Vão construindo, pouco a pouco, um rumo de vida muito particular, amam-se separadamente, e quanto menos um souber do outro, melhor.
Cresce desta forma uma peça sem intenções de um final, criando uma sequela de peripécias num lar totalmente disfuncional, no qual o espectador é o principal cúmplice tendo a oportunidade inclusive de dar nome a esta Peça s/ Título.
Criação e Concepção Artística : Sofia Ângelo e Frederico Pessanha
Elenco: Sofia Ângelo
FredericoPessanha
PEÇA S/TITULO - TEATRO DO IMAGINARIO(ÉVORA) - DIAS 2/3 DE NOV. (23H) -> 2.50€